Resultados

Doença de Coronavírus 2019 (Covid-19): Eventos de transmissão em equipe escolar de uma coorte prospectiva brasileira.

A partir de outubro até dezembro de 2020, acompanhamos uma coorte prospectiva de 315 profissionais e 768 alunos de três escolas de Porto Alegre e região metropolitana, com relação a transmissão do Sars-Cov-2. No período as escolas estavam em modo híbrido (com alunos presencial e à distância). As escolas passaram por um processo de revisão de seus protocolos. Através do aplicativo do robô-ISA os profissionais e alunos foram monitorados pela presença de sintomas. Os profissionais que apresentavam sintomas, eram avaliados no mesmo dia por um infectologista. Houve 3.229 respostas, por parte dos profissionais ao robô-ISA. Cinquenta e cinco profissionais reportaram sintomas. Destes, sete profissionais (2,2% do total) foram positivos. A presença de febre, cansaço e mais de 5 sintomas se correlacionaram com a positividade para o Sars-cov-2. Não houve nenhum evento de transmissão relacionado com o trabalho entre os profissionais das escolas.

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Gerenciamento de antimicrobianos por telemedicina em hospital comunitário no sul do Brasil

O programa de tele-stewardship foi implementado em um hospital comunitário de 50 leitos a 575 km de distância. A intervenção iniciou em maio de 2011. Durante o período de 4 meses, 81 avaliações de prescrições foram realizadas. A taxa de adequação das prescrições subiu de 36% para 60% no quarto mês de trabalho. A adesão às recomendações dos especialistas por parte dos profissionais médicos remotos foi de 100%. O estudo demonstrou que ferramentas de telemedicina são possíveis de serem aplicadas a grandes distâncias, com excelente adesão, em hospitais comunitários de no Brasil onde o acesso aos especialistas é mais difícil

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Estudo de intervenção antes-e-depois dos serviços da Qualis no Hospital Regional Alto Vale

De maio de 2014 até abril de 2016, um estudo quasi-experimental em um hospital de 220 leitos, demonstrou que uma intervenção de tele-stewardship reduziu o consumo de antimicrobianos como quinolonas, cefalosporinas de primeira geração, vancomicina e polimixinas. Por outro lado, produziu um aumento no consumo de amoxicilina+clavulanato e cefuroxima. As taxas de adequação das escolhas por antimicrobianos aumentou de 51% para 84%, o que impactou significativamente, na redução da resistência bacteriana, em especial, Acinetobacter spp. resistentes aos carbapenêmicos. Além disso, houve uma redução nos gastos de antimicrobianos na ordem de R$109.730,00 reais (média mensal) antes, para R$ 89.723,00 reais (economia de 20 mil reais mensais).

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